A discussão gira em torno do protagonismo do STF e TSE nas eleições, com análises sobre as estratégias adotadas no primeiro e segundo turnos. No segundo turno, houve uma postura mais discreta dos ministros ou uma falta de decisões que geraram polêmica. A guerra de liminares envolvendo o Tribunal Superior Eleitoral é mencionada, assim como a demora em declarar a ineligibilidade de um candidato no Rio de Janeiro. A crítica é que o STF e TSE interferiram politicamente nas eleições, impactando os resultados.

