Um dos pontos centrais do debate foi a necessidade de conscientização e autonomia do eleitor. A ideia de que cada indivíduo tem o poder de decidir com base em informações próprias e sem influência externa foi enfatizada. A importância de envolver pessoas que não têm acesso a fontes de informação tradicionais, como as que escutam apenas sertanejo ou gospel, foi destacada, visando garantir um processo eleitoral mais democrático e informado.

