A organização criminosa exerce forte influência em diversas regiões, incluindo a Baixada Santista, dificultando a realização de campanhas políticas e atividades de comunicação. O crime organizado, caracterizado por atividades como o tráfico de drogas e o controle de territórios, é descrito como 'muito à frente do Estado', atuando de forma alienada com as autoridades. A dificuldade enfrentada para realizar atividades de campanha em áreas periféricas ilustra o poder do crime organizado, que pode incluir ameaças e impedir o acesso de equipes de panfletagem. Essa situação é agravada pela suposta 'leniência do Estado' e pela falta de repressão efetiva, fomentando a atuação do crime organizado em diversas localidades. A população local teme por suas vidas e a liberdade de expressão devido às ações do crime organizado.

