Vários países europeus, como Noruega, Suécia e Finlândia, estão revertendo uma tendência de uso excessivo de tecnologias em sala de aula. Observa-se uma preocupação com o impacto na proficiência dos jovens, especialmente em áreas como pensamento crítico e capacidade de abstração. A estratégia dessas nações envolve a volta a métodos tradicionais, como leitura de livros e o uso da lousa, buscando equilibrar o aprendizado com atividades mais práticas e menos dependentes de telas. O movimento visa combater a redução da capacidade sofisticada de raciocínio, considerada uma perda estrutural para a educação.

