Um morador de Campo Grande, Sandro, que é cadeirante e autista, relata dificuldades no transporte público, especificamente no trem da BRJ. Ele menciona que frequentemente enfrenta falta de espaço nos vagões e que passageiros não respeitam o local reservado para pessoas com deficiência, causando constrangimento e humilhação. O ouvinte informa ter feito diversas reclamações na G-Transp, na ouvidoria da empresa, no saque do trem BRJ, na comissão da pessoa com deficiência da LER, no disco 100, sem obter solução para o problema.

