Uma pesquisa realizada pela UFRJ (NetLab) identificou a predominância de conteúdo misógino no YouTube brasileiro. A pesquisa mapeou 137 canais, com 88% dos vídeos publicados nos últimos três anos. A forma mais comum de misoginia identificada foi a tentativa de controle e submissão das mulheres, com um crescimento de 18,55% na audiência desses canais e mais de 3,6 milhões de novos seguidores.

