O governo Bolsonaro propõe um plano para comprar até 90% das dívidas das pessoas físicas, com o governo pagando mil reais de desconto na dívida e o endividado pagando o restante. O candidato Flávio Bolsonaro também pretende comprar dívidas das empresas. O governo e o Flávio combinaram esse plano com os bancos, mas não houve acordo formal. O ministro da Fazenda, Dario Durigam, critica a proposta, alegando que ela travaria o sistema de crédito. A proposta, ainda em fase de intenção, é vista como parte de um "tabuleiro de xadrez" com diversas peças, incluindo juros altos, baixos salários e a cultura da inadimplência.

