O ministro da Fazenda, Dario Durigã, classificou o plano proposto pelo presidente Flávio como um 'calote tremendo' que comprometeria a economia do país. O plano visa perdoar dívidas dos microempreendedores individuais (MEIs), mas a falta de detalhes sobre o financiamento dessa iniciativa gerou críticas, com Durigã alertando para o risco de desequilíbrio fiscal.

