O médico morto a tiros pela polícia militar em Catanduva, no interior de São Paulo, estava alterado e apontou uma arma para os agentes que reagiram. É o que diz a Secretaria de Segurança Pública do Estado sobre o caso registrado no último domingo. Ainda assim, a pasta abriu um processo para investigar a atuação dos PMs. Os agentes foram até a casa do médico após um chamado de violência doméstica. A Secretaria diz ainda que os policiais tentaram negociar várias vezes sem sucesso. Na casa do médico foram apreendidos, entre outros objetos, armas de fogo e munições.

