O economista avaliou que a reeleição do atual presidente pode resultar em um ajuste fiscal gradual, enquanto a oposição promoveria um ajuste mais rápido. A possibilidade de um corte nos gastos obrigatórios, como saúde e educação, e a revisão de reajustes salariais e benefícios sociais é considerada improvável, dado o posicionamento do candidato de oposição. Diante disso, o ajuste fiscal mais realista seria um ajuste intermediário, como proposto. A queda nas taxas de juros dos títulos do Tesouro Direto, com projeções para 2027 e 2028, criou oportunidades de ganho com aplicações financeiras, mas há cautela quanto à especulação, sendo o Tesouro Direto recomendado para segurança e liquidez, enquanto ETFs do Ibovespa e fundos multimercado são alternativas para aproveitar oscilações de preços.

