A investigação analisa a possibilidade de o ex-senador ter viajado para outros países, como Chile, Colômbia, Equador e Peru, todos governados por partidos de direita. A análise também considera a validade da carteira de identidade do ex-senador no Mercosul, o que permitiria sua circulação em diversos países da região sem restrições. A determinação judicial de impedimento de saída do país seria, portanto, apenas para o Brasil.

