O presidente do São Paulo, Flávio Kalil, propõe renunciar ao salário e se juntar a um projeto coletivo de reforma do clube. Ele acredita que a situação atual é crítica, com a dívida podendo chegar a R$ 1,3 bilhão até o final do ano, e que a gestão precisa mudar para evitar que a dívida dobre nos próximos anos. A remuneração para o presidente é considerada irrisória, com um valor próximo a 70% do teto do STF, e a possibilidade de venda do clube para quitar dívidas.

