O segundo turno das eleições foi marcado por dificuldades no transporte público em diversas cidades, incluindo Salvador, São Paulo, João Pessoa, Rio de Janeiro e Brasília. Problemas como a falta de ônibus, pontos lotados, adesivos em veículos que impediam a circulação e a retentação de ônibus motivaram pedidos de ampliação do horário de votação e judicializações. Em Salvador, o Tribunal Regional Eleitoral determinou a prisão do secretário municipal de mobilidade, Pablo Souza.

