A acusação aponta que problemas no sistema de degelo do avião eram conhecidos por pilotos e gestores há pelo menos um ano. O Ministério Público afirma que, devido à falta de registros formais, a aeronave continuava sendo liberada para voar. Para o Ministério Público, o acidente poderia ter sido evitado se os procedimentos de manutenção e segurança previstos tivessem sido seguidos. A ação investiga o acidente com a participação da Polícia Federal, do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos e da Agência Nacional de Aviação Civil.

