A Procuradoria Geral da República não encontrou indícios de abuso de autoridade na solicitação do ministro André Mendonça para investigar o ministro Alexandre de Moraes no caso do Banco Master. Paulo Gonê, Procurador-Geral, argumentou que os relatórios da Polícia Federal utilizados não são provas suficientes para justificar uma apuração contra o ministro, ressaltando que a decisão final sobre a abertura de uma investigação cabe ao Plenário do Supremo Tribunal Federal. A PGR encaminhou um parecer ao STF sobre o caso, mas a análise do plenário ainda está pendente devido a um pedido de vista do ministro Flávio Dino.

