Um projeto de lei que ameaçava a marcação de munição foi aprovado na Câmara em 2019 e foi enviado ao Congresso pelo governo Bolsonaro para alterar o Estatuto do Desarmamento. O trecho que estabelecia o fim da marcação foi incorporado pelo relator do projeto, o deputado federal Alexandre Leite, que é filho do ex-vereador Milton Leite, preso em uma operação que investiga a infiltração do PCC no sistema de ônibus de São Paulo.

