O projeto de lei que ameaçava a marcação de munição foi proposto pelo governo Bolsonaro para alterar o Estatuto do Desarmamento. O trecho que estabelecia o fim da marcação foi incorporado pelo relator, o deputado federal Alexandre Leite, filho do ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Milton Leite, que foi preso em setembro em uma operação que apura a infiltração do PCC no sistema de ônibus da capital. A tramitação do projeto ocorreu sem discussão nas comissões da casa e está parado no Senado após a chegada de Lula à presidência em 2023.

