Protestos em massa eclodiram na França, impulsionados principalmente pelo aumento do custo de vida, exacerbado pelas guerras no Oriente Médio e dificuldades no acesso à moradia. A mobilização começou entre estudantes e se expandiu para outros setores da população, com a adesão de trabalhadores e centrais sindicais. A tensão social, já existente há algum tempo, culminou em confrontos violentos com a polícia, que foi acusada de excesso de força, incluindo o caso de um jovem de 17 anos que perdeu a mão. O movimento inicial, liderado por estudantes, atraiu a atenção de outros grupos, incluindo aqueles de esquerda, aumentando a complexidade da crise.

