O diretor do São Paulo, Marcelo Vesuoso, afirmou que o jogador Rafinha não é uma invenção, mas sim um executivo e comentarista. Ele enfatizou que não está preocupado com os nomes, mas sim com o perfil do jogador a ser contratado, buscando um organograma profissional com um diretor de futebol e um gerente abaixo dele, priorizando a atração de treinadores com histórico no clube, mesmo que o perfil seja diferente do desejado. Vesuoso destacou que o nome de um jogador não é uma solução, mas sim uma forma de escudo, e que o clube busca um profissional experiente, capaz de trabalhar com a base e com o jogador da base. O diretor também mencionou a desorganização do clube e a necessidade de testar pessoas no cargo, exemplificando com o caso de Muricy e o Jardim, que foram efetivados a pedido de um escudo e não deram certo por serem a primeira vez. Ao final, Vesuoso mencionou o contrato com a Mondelez (Neme Rights) que foi encerrado e a necessidade de focar em evitar o rebaixamento.

