A investigação da PF aponta falhas no credenciamento da Rede Loto, com o então presidente Hazen Clever Lopes pagando despesas de viagem para Willer Tomás e a RioPag sendo credenciada para processar pagamentos de apostadores. O contrato entre a Loterje e a RioPag gerou R$ 188 milhões de faturamento entre junho de 2023 e agosto de 2024. O advogado Willer Tomás afirmou que atuava apenas como advogado da empresa e que os pagamentos foram adiantamentos por serviços prestados.

