Beck discute a importância de reconhecer a finitude da vida e como isso influencia a percepção do tempo. Ele cita o filósofo Sêneca, autor da obra ‘A Brevidade da Vida’, e a história do menino que aprecia cada jabuticaba, ilustrando a necessidade de valorizar cada momento. A reflexão aborda a contradição de desejarmos viver mais e a importância de viver o tempo presente de forma consciente e ativa. A transcrição também menciona a crônica escrita pelo narrador, com foco no aniversário próximo e na administração do tempo.

