A votação para o segundo turno das eleições em Salvador foi marcada pela retenção de ônibus nas garagens das empresas, gerando falta de transporte e denúncias. O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia determinou a liberação da frota e ordenou a prisão do secretário municipal de mobilidade, Pablo Souza, que se encontra em viagem oficial na França. A prefeitura atribuiu o problema a uma manifestação de pessoas ligadas ao sindicato dos rodoviários, que também se manifestou negando qualquer interferência. O caso foi acompanhado pelo TSE, que exigiu esclarecimentos. Pelo menos 75 ônibus foram impedidos de sair das garagens, com uma fiscalização da Polícia Federal identificando uma redução de 42,1% na frota. O PROCON identificou 944 ônibus parados, e o prefeito Bruno Reis associou o adesivação dos veículos ao sindicato, sem poder afirmar quem colocou os adesivos. O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia determinou o restabelecimento imediato da frota integral do transporte público.

