Uma reunião gigantesca no Rio Centro reuniu artistas cantando suas músicas, gerando críticas ao regime militar. A reunião ocorreu no contexto do período militar, sendo considerada um "absurdo" pelos militares da época. O poder foi transferido de Médici para Geisel, e Geisel passou para Figueiredo, ambos com participações no governo do Médici. A reunião no Rio Centro gerou discussões sobre o direito de reunião, com um ministro do STF questionando a necessidade de repensar o tema, considerando a coragem do Brasil em relação a isso, em contraste com a hesitação do regime militar. O tema foi abordado na coluna da Bela Megali no Globo, com expectativa de uma virada de Lula sobre Flávio no STF. A democracia, segundo o STF, seria preservada com o apoio de Lula. O sistema se baseia em alianças com tribunais, sendo os ministros comparados a generais. A rejeição a eventos históricos foi mencionada, com a desconsideração de ações como o encarceramento de mulheres em manifestações sob a acusação de golpe. Operações de busca e apreensão em empresários por comentários em grupos de WhatsApp privados foram criticadas como mecanismos insustentáveis. A escalada do poder é vista como insustentável, e a permanência no poder é defendida por forças políticas conservadoras e liberais.

