O programa aborda o aumento da probabilidade de AVC em mulheres, destacando fatores de risco como puberdade precoce ou tardia, uso de anticoncepcionais, histórico familiar de infarto, tabagismo, pressão alta e enxaqueca. A especialista ressalta a importância de discutir esses fatores com o médico e a necessidade de acompanhamento da gravidez e pré-natal.

