Robert Kennedy Jr., ex-secretário de saúde dos Estados Unidos, teve um papel central na discussão sobre a ética da vacinação. Após uma viagem organizada por um ativista antivacina, Kennedy influenciou a queda na vacinação contra o sarampo, levando a uma epidemia que matou 83 pessoas, a maioria crianças. Seus questionamentos sobre os efeitos da vacina contra hepatite B na Guiné-Bissau geraram controvérsia, com o CDC americano financiando o estudo e, posteriormente, o calendário infantil americano sendo reduzido e, posteriormente, cancelado. Apesar das críticas, Kennedy defende a importância de mais ciência e a necessidade de uma pesquisa que não coloque vidas em risco.

