O segundo turno das eleições foi marcado por uma diferença de quase 5 milhões de votos entre os candidatos, considerada uma virada incomum na história eleitoral brasileira. A decisão de reabrir urnas a poucos minutos do fim do prazo de votação, tomada por um membro do Supremo Tribunal Federal, gerou críticas e questionamentos sobre o processo eleitoral. A decisão foi tomada por um membro do STF indicado por um dos candidatos, levantando suspeitas sobre a imparcialidade do órgão.

