O programa de monitoramento da Prefeitura de São Paulo, SmartSAMP, está sob análise do reconhecimento facial após um vazamento de dados. A Justiça determinou uma perícia, mas exige que a instituição responsável confirme a qualificação de sua equipe. A perícia deve investigar se o sistema erra, em que medida e se essa falha é mais frequente em determinados grupos da população. O pedido foi feito por uma ação civil pública do LAPIM, laboratório do Instituto de Referência Negra Peregum, e da Defensoria Pública. O caso envolve o uso de inteligência artificial, bancos de dados de rostos e a segurança da informação. A Prefeitura confirmou o vazamento, mas nega falha no sistema e atribui a divulgação a um guarda civil metropolitano afastado. A Polícia Civil abriu inquérito, e o Ministério Público Estadual avalia se há quebra de processo.

