O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que ter um filho em comum e estar noivo não bastam para comprovar união estável após a morte de um dos parceiros. A decisão, motivada pela necessidade de provas mais robustas, reforça a importância de elementos como economia compartilhada e intenção de formar uma família para comprovar a existência de união estável. A decisão é um desfecho de um caso em que a ausência de elementos que evidenciassem o relacionamento se tornou um obstáculo à comprovação.

