O Supremo Tribunal Federal proibiu o governo de Goiás de contratar vigilantes temporários para a Polícia Penal após dois anos, conforme decisão tomada nesta semana. A medida, motivada por uma ação da Associação dos Policiais Penais do Brasil, visa garantir que a entrada na Polícia Penal ocorra exclusivamente por meio de concurso público. O relator do caso, ministro Nunes Marques, justificou a decisão com a necessidade de assegurar o acesso à função por meio de seleção formal.

