O aumento do tempo de votação foi uma medida paliativa para problemas relacionados a temporais e dificuldades de acesso aos locais de votação, mas também expôs a tensão entre o Tribunal Superior Eleitoral e o Supremo Tribunal Federal. A intervenção do ministro Gilmar Mendes, que revogou uma decisão do ministro Nunes Marques, evidenciou o peso das influências políticas no judiciário e gerou críticas sobre a interferência no processo eleitoral. A situação se repetiu com outras decisões monocráticas, demonstrando um descompasso entre os tribunais.

