O ministro Floriano de Azevedo Marx declarou que só autorizará a remoção se houver concordância no plenário, após o pedido preventivo do ministro Nunes e Marx. O episódio se refere à perspectiva da remoção do canal do WhatsApp do Exército do Lula, que teria sido alvo de um possível 'golpe' com a hora marcada, com o objetivo de interromper o debate da Globo logo antes do final da tarde. O fato gerou indignação de setores da esquerda, que argumentam que a tentativa de censura é desproporcional e se assemelha a um ataque à liberdade de expressão.

