A prática de fuga, iniciada por Jair Bolsonaro após a derrota nas eleições, foi seguida por Eduardo Bolsonaro e agora por Flávio Bolsonaro (apesar da natureza do ocorrido não ser mais fuga). Essa tradição, vista como de covardia pelo bolsonarismo, tem sido utilizada para gerar descontentamento e questionamentos sobre a capacidade do grupo de oferecer soluções para o governo atual. O PL, partido liderado por Valdemar Costa Neto, foi significativamente fortalecido com o apoio bolsonarista, especialmente no Congresso Nacional.

