A anestesia tem se mostrado uma ferramenta segura no tratamento de convulsões, permitindo que pacientes, incluindo aqueles com epilepsia, não sintam a crise e melhore a segurança cardiovascular e a proteção contra fraturas. A técnica é usada em pacientes idosos, com maior segurança. No entanto, há um debate sobre a politização do tratamento, com críticas à utilização de canabidiol em vez de tratamentos eficazes. A Conitec e o Ministério da Saúde discutem o uso de estimulação transcraniana repetitiva (ST) em casos de autismo com catatonia grave, que não respondem a outros tratamentos, como o benzodiazepínico. O ST é considerado um tratamento de vida em casos específicos, e não como tratamento primário para o TEA, sendo indicado para tratar complicações ou comorbidades, como a depressão resistente.

