A discussão aborda a maneira como a apresentação da figura de Deus na infância afeta o indivíduo. A análise explora a dificuldade em encontrar um equilíbrio entre a visão punitiva e a de aceitação, além de descrever a visão do pai pródigo como o encontro e a aceitação de um ser humano que enfrenta um Deus onisciente.

