Durante a visita à China, a equipe brasileira também visitou um hospital de medicina tradicional chinesa, que se revelou um edifício gigante com tecnologia moderna, incluindo um telão gigantesco e prontuários operados por inteligência artificial. Uma médica examinou a equipe, questionando sobre o sono da visitante e demonstrando a integração da tecnologia com métodos tradicionais de diagnóstico. A equipe enfatizou que a IA não pretende substituir os médicos, mas sim melhorar processos e fluxos na prática médica, sem abrir mão do exame físico e da sabedoria herdada.

