O WhatsApp se tornou um elemento central na eleição de 2018, sendo um canal de comunicação direto entre candidatos e eleitores, sem a influência dos algoritmos das redes sociais. A plataforma foi utilizada para disseminar informações, opiniões e notícias, muitas vezes sem a intermediação de mecanismos de moderação. Essa característica, que diferencia o WhatsApp do Instagram ou TikTok, permitiu que as mensagens fossem transmitidas de forma mais direta e rápida, e que a campanha de um candidato pudesse alcançar um público amplo sem depender da ‘dominação’ da máquina algorítmica. No entanto, essa mesma característica também foi utilizada para disseminar fake news e desinformação, o que gerou debates sobre a necessidade de regulamentação do uso da plataforma em períodos eleitorais. A mudança do cenário eleitoral de 2018 se mostrou mais impactante para as campanhas que buscaram influenciar o eleitor sem a necessidade de ‘domesticar’ a máquina, assim como a meta e o TikTok. O sistema criado em 2023 se tornou o canal mais eficaz para as campanhas de 2024.

